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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Modest Mouse - Good News for People Who Love Bad News


Sim,pelo segundo dia consecutivo consigo postar uma das bandas que estavam guardadas entre traças dentro do meu disco rigido ,nada como um copo de café preto e um cigarro pra fazer com que a mente cansada e cheia de interrogações consiga plugar e dar o play na vasta biblioteca guardada dentro da moringa;
Modest Mouse descobri ainda nos meus tempos de game manico,acho que estava tentando terminar o game Rock Band e ficava infinitas vezes barrado na musica Float On,de tanto ouvir essa musica procurei por ai e encontrei minha cópia original em um sebo pela bagatela de R$ 9.89 (?).
 Good News for People Who Love Bad News é um album muito bom,que vai de periodos calmos a tempestades de loucura que me fazem até lembrar a minha querida Scratch Acid (banda de noise rock da década de 80),concerteza destaco as faixas Float On e Bury Me With It,as quais ouço com muita frequencia, bom espero que gostem. 


O Modest Mouse é uma banda norte-americana originária do estado de Washington fundada pelo guitarrista Isaac Brock e o baterista Jeremiah Green.

Em 1994 a banda lança o seu primeiro EP entitulado de “Blue-Cadet 3, dou you connect?”. De 1996 vem “This Is a Long Drive For Someone With Nothing To Think About”. De 1997 “The Lonesome Crowded West”. Em 2000, os Modest Mouse lançam o seu primeiro album apartir de uma grande editora, a Epic Records. Em 2004 voltam a lançar um novo album “Good News For People Who Love Bad News” com dois singles extraídos. Em 2007, a banda lança o álbum “We Were Dead Before The Ship Even Sank”.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

The Ecstasy Of Saint Theresa - Pigment

                                                                    
                                                         Pigment


Após um longo tempo de mudanças no meu mundo,agora encontrei um espacinho em uma nave vizinha para poder trazer esta que considero depois de My Blood Valentine,umas das mais hipnotizantes do cenário Shoegaze mundial (claro que essa é minha visão da janela né),concerteza meu Ipod não para de tocar constantemente este álbum que tem no máximo uns 13 minutos de pura viagem,mais que valem cada milésimos de seus tímpanos sujos e cansados dos sons deste planetinha ruidoso chamado São Paulo.

The Ecstasy of Saint Theresa (EOST) é uma banda fundada em1990, na cidade de Frýdek-Místek, na República Checa. Inicialmente influenciados por grupos como My Bloody Valentine, Cocteau Twins ou Siouxsie & The Banshees, progrediram ao longo da sua carreira adoptando elementos de géneros tão distintos como a música Ambiente e o chamado Post-Rock. 

O primeiro EP (Pigment) e o primeiro álbum (Susurrate) mostravam uma banda inserida firmamente na cena Shoegaze, com um muito forte em guitarras, com muito feedback e psicadelismo á mistura.
O álbum Free-D, no entanto, marca uma ruptura com o som anterior, naquele que é um álbum de música Ambiente com uns laivos de Techno. Depois disto entram em hiato, lançando apenas um EP de remisturas, AstralaVista.

A partir de 1999, com o álbum In Dust 3, inserem elementos de música Pop (a partir dos seus computadores) e do Post-Rock na sua vertente mais calma. Também foram adoptando elementos do Trip-Hop, particularmente no álbum Slowthinking.  




Espero que gostem !

sábado, 14 de agosto de 2010

Good Shoes


Good Shoes é formada pelo quarteto: Joel Cox, Rhys Jones, Steve Leach e Tom Jones. A banda toca uma música dançante, pois, segundo eles próprios, gostam de dançar, beber, desenhar, fingir estar ao celular quando não estão de verdade, escrever músicas e dançar. Eles são de Morden, subúrbio de Londres.
Um som muito bem executado,riffs geniais e letras simples retratando o cotidiano marcam este primeiro trabalho da banda,até o presente momento só tive acesso a este trabalho e a um outro que estou terminando de reunir as musicas e procurando a arte final da capa para poder postar aqui,por enquanto fiquem com este ótimo álbum.

Um som tranqüilo,meio dançante e bem original é o que voce encontrará em "Think Before you Speak" .



Pagans

Como nunca me canso de novidades de ontem,apresento uma das bandas mais legais que eu achei perdida por ai;
Pagans era uma banda punk de Cleveland, Ohio que faziam parte da segunda onda de Cleveland(final dos anos 70), proto-punk e bandas pós-punk (como o Pere Ubu e Frankenstein).Mais conhecido por seus sneering 7 "single e suas letras polêmicas, os pagãos provaram ser uma banda influente que não teve seu devido valor reconhecido por anos,mais isso ja não é nenhuma novidade para ninguem,inumeras bandas excelentes ficam perdidas no tempo,sendo apreciadas apenas por pessoas que realmente adoram cultuar bandas antigas,ou como eu não se cansam de procurar bandas novas para acrescentar a biblioteca cerebral.

Pois bem,chega de leitura e vamos ao som,33 pedradas de puro garage punk para quem quizer experimentar o que há de melhor da década de 70,rápido,sujo,original !


segunda-feira, 5 de julho de 2010

Céu de Abril


Ei querida, o que você está tentando dizer
Enquanto eu estou aqui
Não vá embora
O mundo está desmoronando
De mãos dadas em uma vida violenta
Fazendo amor na ponta de uma faca
E o mundo desmoronando
E é difícil pra mim,
Dizer
E é difícil pra mim,
Ficar
Estou afundando
Para ser eu mesmo
Estou voltando
Pro bem da minha saúde
E há uma coisa
Que eu não poderia fazer
Me sacrificar por você
Sacrificar
Baby, eu não consigo ver
Realmente o que você significa pra mim
Eu traço meu alvo e digo palavras falsas
Eu sou só sua longa maldição
E se você for embora
Eu não vou agüentar
Mas é assim que você é
E essas são as coisas que você diz
Mas agora você foi longe demais
Com todas as coisas que disse
Volte para o lugar de onde você veio
Eu não consigo evitar
Sob o céu de Abril
Sob o sol de Abril
O sol esfria
O céu fica negro
E você se separou de mim
E agora você não vai voltar
Dando as mãos, a vida está morta
E um coração partido
E alguém que grita
Sob o céu de Abril

sexta-feira, 2 de julho de 2010

The Replacements


Eu Amo esta banda e principalmente seu primeiro LP "Sorry Ma, Forgot To Take Out The Trash" , que é simplesmente uma obra prima,da primeira a ultima faixa,é viciante e muito bom quando estou andando de skate,dá aquela gás,alem de que no meu Ipod ja esta até carimbado a quantidade de vezes que ouço esta banda por dia, inúmeras vezes. em baixo a Biografia da banda e 4 excelentes albuns para download


A formação do grupo se deu em Minneapolis (terra também de Hüsker Dü e Soul Asylum) em 1979 quando Paul Westerberg (guitarra, vocal), Tommy Stinson (baixo), Bob Stinson (guitarra) e Chris Mars (bateria) se reuniram pela primeira vez no porão da casa dos irmãos Stinson. Reza a lenda que o primeiro show foi um desastre, uma verdadeira baderna, farra e bebedeira. A banda ainda usava o nome The Impediments e após a apresentação, o promotor daquele show sentenciou “Vocês nunca mais vão tocar nessa cidade de novo!”. Foi a partir daí que a banda foi re-batizada The Replacements (já que os Impediments haviam “queimado o filme”). Para agendar novos shows os Mats contaram com o apoio de Peter Jesperson, dono de uma loja de discos. Em seguida a banda começava a ganhar fama pelos seus shows imprevisíveis. Em algumas noites a banda se apresentava de forma enérgica, tocando intensamente, para em outras subirem ao palco tão bêbados que mal conseguiam ficar em pé. Em muitos desses shows a banda se negava a tocar o seu próprio repertório, tocando apenas covers e nunca terminando nenhuma música que começava a tocar.

A parceria com Peter Jesperson foi mais adiante, a medida que ele era um dos donos da Twin/Tone Records, uma novíssima gravadora independente que ainda iria prestar enormes serviços para a cena musical de Minneapolis. A Twin/Tone assinou com os Replacements e o primeiro disco, “Sorry Ma, Forget to Take Out the Thrash”, foi lançado em 1981. O disco hoje virou clássico, mas na época, pouca gente fora de Minneapolis havia prestado atenção naquela banda que seguia a cartilha do hardcore misturada a boas melodias ao estilo Ramones e um muito bom humor.

No ano seguinte, a banda lançou o EP “Stink” que seguia as características do álbum anterior. Foi apenas em 1983, quando o segundo álbum “Hootenanny” foi lançado, que os Mats começaram efetivamente a fazer algum barulho em todo o país e efetivamente a conquistar uma sólida base de fãs e seguidores. “Hootenanny” incorporava à receita hardcore do grupo elementos de rock, do pop, folk e mesmo country. Ainda que a mudança no som dos Mats muitas vezes soasse apenas como irônicas referências a outros estilos, a novidade foi elogiadíssima por público e crítica. “Hootenanny” abriu caminho para “Let It Be”, de 1984, que definitivamente foi o disco que consagrou o grupo, aparecendo em várias listas dos melhores de 1984 das revistas especializadas. “Let it Be” mostrava o quanto Paul Westerberg tinha se tornado um compositor de primeira linha, capaz de grandes melodias pop como “I Will Dare”, excelentes rocks e baladas introspectivas como “Answering Machine”. Críticos e outros músicos eram unânimes em elogiar a banda, que conquistou um enorme público no underground americano. Nessa época, o Replacements passou a ser uma das mais cultuadas bandas do underground, muitos fãs passaram a redescobrir os álbuns anteriores, e até não foi surpresa quando o primeiro álbum, “Sorry Ma…” passou a ser um dos favoritos do público.

Em pouco tempo, as grandes gravadoras passaram a se interessar no potencial do grupo, que acabou assinando com a Sire Records em 1985.

O primeiro disco do Replacements por uma grande gravadora, “Tim”, foi lançado já em 1985. Os planos do grupo era de contar com a produção de Alex Chilton (ex-líder do Big Star), de quem Paul Westerberg sempre foi fã declarado. Chilton chegou a produzir algumas demos, mas no entando, quem acabou produzindo o álbum “Tim” foi o não menos lendário Tommy Erdelyi, o Tommy Ramone, baterista original e produtor dos Ramones.

Assim que foi lançado, “Tim” igualou a excelente repercussão de “Let It Be”. A mídia apostou em peso que a banda iria fatalmente conquistar o grande público e que o disco seria um grande hit. Mas a banda em particular não parecia colaborar com a idéia. O entuasiamo pelos Replacements gerou um convite para uma apresentação ao vivo no programa Saturday Night Live, e os integrantes do grupo compareceram ao estúdio visivelmente embriagados, apresentando uma performance absolutamente desleixada, enquanto Westerberg falou palavrões no ar. Foi o suficiente para fechar portas com parte da conservadora mídia mainstream americana que ainda ignorava o grupo. Nessa época, os shows ao vivo da banda continuavam mais e mais problemáticos, com diversos incidentes com bebidas onde não raro era impossível assistir ao show pois os Replacements não podiam tocar de tão bêbados. A atitude errática do grupo também impediu que a MTV garantisse alguma exposição à banda. Os excassos videoclips gravados pelos Mats eram o mais “anti-MTV” possível. Um dos mais notórios deles foi o da música “Bastards of Young”, que se resumia a imagem de um aparelho de som reproduzindo a música.

Após a turnê de “Tim”, Bob Stinson saiu da banda em função de seus problemas com drogas e álcool. As circunstâncias de sua saída foram no estilo “está demitido!/eu me demito!”. Westerberg reconheceu tempos depois que a atitude de Bob estaria “nos empurrando para o buraco.”

Os Replacements gravaram seu próximo disco como um trio na cidade de Memphis, contando com a produção de Jim Dickinson (produtor do Big Star). O resultado foi o álbum “Pleased to Meet Me”, lançado em 1987, de sonoridade mais limpa que os anteriores. Novamente a repercussão dos críticos e da imprensa foi entusiamente, ainda que o disco não tenha garantido muitos novos fãs para a banda. Naquele ano, durante a turnê, o guitarrista Slim Dulap tornou se o quarto integrante do grupo.

Dois anos depois a banda retornou com “Don’t Tell a Soul”, que foi a última cartada do grupo em nome do sucesso comercial. Até hoje não se sabe ao certo se foi a gravadora Sire que estaria pressionando por um hit ou se o próprio grupo queria entrar para ganhar no jogo do mainstream. O disco, embora sem restrições quanto a qualidade das composições de Westerberg, trazia uma sonoridade muito mais polida, sob medida para as rádios, desagradando os fãs mais radicais. E desta vez a banda filmou clips mais amigáveis para a MTV, a começar pelo single de “I’ll Be You”. Inicialmente a tática funcionou, “I’ll Be You” foi o primeiro e único “hit” dos Replacements, chegando ao primeiro lugar da parada de rock da Billboard, e ao 51º lugar na parada de singles. No entanto, o sucesso do single não se refletiu nas vendas de “Don’t Tell a Soul”, que se mantiveram nos mesmos patamares anteriores.

Após o final da turnê de “Don’t Tell a Soul, Paul Westerberg passou a trabalhar em um disco solo, mas a gravadora acabou vetando a idéia, convencendo Paul a gravar um disco dos Replacements. A conseqüência disso foi que o próximo lançamento do Replacements, “All Shook Down”, lançado em 1990, pôde ser considerado um disco solo de Westerberg em todos os sentidos, exceto pelo no nome da banda na capa. Tommy Stinson, Chris Mars e Slim Dulap fizeram pouco mais do que participações especiais no disco, que tinha uma sonoridade predominantemente acústica e contava com o apoio de músicos de estúdio em diversas músicas. Os boatos de desentendimentos entres os integrantes da banda foram se confirmando quando logo após o lançamento do álbum, Chris Mars saiu da banda, alegando que Westerberg tinha assumido o controle do grupo. Foi ficando muito claro entre os fãs que acompanhavam o grupo de que os Mats estavam perto do fim. Os Replacements completaram a turnê com o baterista Steve Foley,que tocava na banda de Minneapolis Things Fall Down. Após o final da turnê, cada um vai para o seu lado e a banda anuncia o seu final em 1991.

Uma coletânea, o álbum duplo “All for Nothing/Nothing for All” foi lançado seis anos depois pela Sire/Reprise. O primeiro disco trazia todas os singles e no segundo raridades e faixas inéditas. As esperanças dos fãs de uma reunião da formação original foram cairam por terra com a morte de Bob Stinson em 1995, por overdose.







    Sorry Ma, Forgot To Take Out The Trash
                                          





















The Spaceshits

O Spaceshits foi uma banda baseada em Montreal, que incluiu membros do Mark Sultan & Blacksnake que formaram King Khan & BBQ Show depois do fim da banda. Eu não tive a sorte de presenciar um show Spaceshits, mas aparentemente eles eram tão violentos que eles têm na lista negra da maioria dos locais em Montreal, soltando fogos de artifício e fazendo guerras de comida durante os primeiros 10 a 15 minutos, eles normalmente gastavam fazendo estas doideiras.
O som é algo maravilhosamente rápido,sujo,com letras totalmente cômicas e depravadas,porra foi paixão a primeira ouvida concerteza.
espero que gostem tanto como eu,pois estou viciado em garage e daqui em diante trarei muitas bandas do fundo do baú para o blog,portanto volta e meia entrem no blog   para encontrar cada vez mais novidades,pois bem chega de blablabla e comece logo a baixar os 2 albuns,garanto que valem cada minuto do seu preciso tempo mocinha.










terça-feira, 29 de junho de 2010

The Reatards discografia


Grande banda criada pelo talentoso e esforçado Jay Reatard (1980 - 2010) que infelizmente veio à falecer este ano.banda de Menphis ,Texas.
O que se dizer sobre The Reatards,porra,um som que consegue ressuscitar qualquer depressivo de seu mundo P&B,desviar qualquer evangêlico da "salvação",chutar a bunda de toda essa geração atual que não se preocupa em criar nada que preste,e arrebentar meus timpános de uma forma um tanto dolorida rsrsrsrs
Posso lhes adiantar que é extremamente difícil achar material deles na net,eu mesmo levei algumas horas,que me valeram muito a pena,e procurem também álbuns de Jay Reatard,logo eu postarei alguns,mais por enquanto deixarei a discografia de sua primeira banda : The Reatards

Teenage Hate Download (aconselho começar por este)
                            


Grow Up,Fucked Up Download



















































Masshysteri - Vår del av stan (2008)


"Brigando contra meus carmas e demônios internos,lhes trago mais uma banda excelente em todos os sentidos,um exemplo de que ainda hoje vale a pena montar uma banda pra falar sobre coisas cotidianas e não cair no marasmo do dia à dia,te fazem esquecer das coisas chatas que te incomodam e se tornam sua amiga quando mais ninguém consegue o mesmo,te confortar e sentir-se bem por nascer diferente dessa massa que ocupa o mesmo espaço e divide o mesmo ar...o Rock´n roll é a unica coisa que tenho na vida...e tenho dito!



Masshysteri é uma excelente banda Sueca que executa um som rápido,crú e direto,tipo uma porrada certeira no queixo sem direito a reação, ao iniciar a primeira musica que da nome ao álbum,parecia à mim ser mais uma bandinha gringa chata,mais após as primeiras frases de Robert Pettersson - (Guitarra/Vocal) serem seguidas do lindo vocal de Sara Almgren ( Baixo/Vocal) e a bateria fodastica de Erik Viklund,eu vim ter noção que havia encontrado uma banda com a sonoridade que minha pessoa estava  procurando à tempos.
Hoje em dia está cada vez mais difícil achar bandas que se prezem a fazer um som simples se importantdo apenas em tocar,tocar,tocar deixando sair todo tipo de sentimento cravado cuspido e escarrado em suas musicas.
Pois bem,baixe ouça e tire conclusões próprias sobre esta banda,só posso dizer que é maravilhoso o som e uma das poucas bandas que invejo e estou passando à admirar.






quinta-feira, 27 de maio de 2010

MGMT

Há algum tempo venho ouvindo muito o som destes 2 garotos americanos,um som bom,criativo e que concerteza a critica deve estar na incansável batalha pra conseguir rotular o trabalho deles,que na verdade é impossivel na minha singela opinião.
Só posso dizer que é bom,relaxante e acompanha muito bem um pós-sexo hahaha

MGMT (abreviação do antigo nome, The Management) é uma banda norte-americana, formada por Ben Goldwasser (nascido em 17 de Dezembro de 1982) e Andrew VanWyngarden (nascido em 1 fevereiro 1983). Música ruído rock duo électropsychédélique reuniu um bom êxito em alguns concertos. Com este sucesso, os dois amigos, não hesitaram em escrever um máximo que irá promover os quatro cantos dos Estados Unidos. Eles são distinguidos por uma empresa discográfica que assina um contrato em 2006. A primeira obra do grupo lançado em 2007. “Oracular espectacular” surpreender surpreendeu o mundo do rock. O título “Time To Pretend” irá assegurar o reconhecimento do grupo e permitir que ele vá para uma turnê mundial antes de voltar ao estúdio para produzir seu novo álbum.



O grupo foi criado no Brooklyn, em New York. Originalmente com a gravadora local de New York Cantora Records, assinaram com Columbia Records/Red Ink/Sony em 2006. Em 5 de Outubro de 2007, Spin.com nomeou MGMT como “Artista do Dia”. Em 14 de Novembro de 2007, a Rolling Stone ranqueou MGMT como um dos 10 “Artistas a Assistir” em 2008. A banda foi também nomeada em 9ª posição, na lista BBC’s Sound of 2008 top 10 poll.

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O álbum Oracular Spectacular foi indicado como o número doze na parada de albums UK album chart, e atingiu o número um no Billboard Top Heatseekers chart.

Formação

Goldwasser e VanWyngarden formaram a banda enquanto estudavam na Wesleyan University, durante seu ano de calouro. “We weren’t trying to start a band,” apontou Goldwasser. “We were just hanging out, showing each other music that we liked.” *Nós não estávamos tentando começar uma banda. Nós só estávamos saindo, mostrando um ao outro que tipo de música gostávamos. Eles experimentaram noise rock e eletrônica, antes de se firmar com o que David Marchese, da Spin magazine chama de seu atual estilo de “shape-shifting psychedelic pop.” Se formaram em 2005, e saíram em tour pelo lançamento de Time to Pretend EP, como banda de abertura para a banda de indie rock, of Montreal.


Oracular Spectacular

No outono de 2006, Maureen Kenny assinou com a banda pela Columbia Records. A dupla gravou com o podutor musical da Flaming Lips, Dave Fridmann, em 2007, para um maior álbum, Oracular Spectacular. MGMT foi a abertura da tour de of Montreal em outono de 2007, como uma banda de cinco integrantes pela tour, incluindo Matthew Asti (baixista), James Richardson (baterista), e Hank Sullivant (guitarrista). Em Março de 2008, incluiram oficialmente Will Berman (baterista), James Richardson (guitarrista), e Matthew Asti (baixista).



Congratulations

Em 13 de abril de 2010, juntamente com o produtor Dave Fridmann, a banda lançou seu 2º álbum Congratulations. O novo trabalho denota um amadurecimento da banda, que mantém a qualidade do primeiro álbum, mas dessa vez flertando com as novas tendências da música indie mundial, se aproximando bastante do surf-rock, mas sem se distanciar do psicodélico. Destaque para as homenagens a figuras do mundo da música (Brian Eno, Dan Treacy e Lady Gaga). O disco é menos pop que o anterior e não possui nenhum hit, como a própria banda afirmou que não teria, mas é recheado de excelentes canções, mais melódicas e sem abusar dos sintetizadores como em Oracular Spectacular.

Fonte: Lastfm.

                          Oracular Spectacular 


                                        Metanoia Ep

Richard Hell & The Voidoids

Uma das principais bandas da "Geração Vazia" ao qual o próprio Richard hell foi tachado de ser o criador deste termo com a canção e album do mesmo nome,sonoridade simples com belos riffs e solinhos de guitarra gritantes,com uma pulsação forte por parte da bateria de Marc Bell (futuramente conhecido por Marc Ramone) e o baixo fraseado acompanhando os poemas e desabafos de Richard tornam pra mim esta banda como unica,muitos que conheço abominam o som dizendo ser chato e sem direção,mais entenda que a os Voidoids mesmo dividindo esta sagrada época com bandas como Ramones,Blondie,Talking Heads,Television (ao qual o próprio Richard fazia parte),e os Heartbreakers,na "minha opinião é a unica que conseguia transmitir o vazio que a maioria dos novaiorquinos menos favorecido sentiam na época,desemprego,bandas chatas e com musicas gigantescas nas rádios,drogas e doenças escoavam pelos bueiros e a unica coisa que restava à poucos era tentar ganhar uns trocados com suas bandas e sobreviver comendo "ração para cachorro" como dizia Marc Bell.

                              Blank Generation



                                 Destiny Street

Working for a Nuclear Free City

Estes caras de Manchester nos trazem um som com influências do eletrônico, ambiente, folk, rock, indie, progressivo e até clássico. O som é grandioso, épico e dramático em alguns momentos e onírico em outros. 
A banda tem um apuro extremo em estúdio, criando atmosferas envolventes e tocantes, extremamente criativa e rica.
ouço com muita frequencia e posso garantir que vale a pena este download,neste link contem musicas do 1° e 2° trabalho do grupo,bem espero que gostem,pois à mim agrada muito,perfeito para dias em que estamos afim de sair por ai sozinhos,dias frios e bons para fotografar,pensar,desenhar enfim qualquer que sejam seus hobbys ou trabalhos artisticos,garanto que acrecentará ainda mais à sua criatividade ou estado de espirito.
                         [Businessmen & Ghosts] 2007

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Fallen - Ride the Sky



Esse esta entre um dos melhores e mais esperados videos entre os ultimos lançados no mercado,skatistas,trilha sonora,estilo de filmagem e edição inovadores,sem meias palavras este é um video quase perfeito.

Skaters
Billy Marks
Brian Hansen
Chris Cole
Gilbert Crockett
James Hardy
Jamie Thomas
Josh Harmony
Matt Bennett
Tommy Sandoval
Tony Cervantes



Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5

Thrasher - Beer Slave (2007)


Esse como todos os videos da Thrasher além de "cabreiros" trazem só os nomes mais "pesados" do skate mundial,skate,cerveja,umas gostosas e muito rock´n roll,tudo o que nós precisamos.

Skaters:Mark Appleyard, Peter Hewitt, Omar Hassan, Chris Haslam, Corey Duffel, Jason Adams, Roberto Aleman, David Gravette, Emmanuel Guzman, Adam Dyet, Julien Stranger, Jake Duncombe, Shane Cross, Sam Hitz, Javier Medizibal, John Rattray, Dennis Busenitz, Angel Ramirez, Tony Trujillo, Frank Gerwer, Arto Saari, and more


Links :
B Parte 1
E Parte 2
E Parte 3
R Parte 4
! Parte 5

The Velvet Underground




Eles falavam sobre,drogas,confusões sentimentais,sexo,opressão espiritual e uma série de futilidades para a maioria dos anos 60,pra minha alegria haha,graças as forças maiores velvet não caiu nas graças dos top of the pops da vida,e se tornando mais uma banda de comercial da coca-cola;
depois de conhecer esta banda,de primeira achei o som chato e muito sem noção"porra isso é uma merda" lembro eu quando ouvi Venus in furs,mais um dia ja havia largado aquele espirito auto-critico da adolescencia e decidi dar uma chance aos que eu condenei a  tempos atraz,foi ai que Velvet se tornou uma paixão na minha vida.
um pouco de ctrl C e ctrl V pra vcs:

Os Velvet Underground foram uma banda de vanguarda na década de 60, caracterizados por um estilo experimental, pouco comercial para a época. A banda tinha como mentor intelectual (e, mais importante, financiador) o artista plástico estadunidense Andy Warhol, que se dizia cansado da pintura e promovia incursões por outros campos artísticos como a música e o cinema.

A inclusão de Nico no VU foi imposta por Andy Warhol, mas ocorreu rejeição e conflito por parte da banda, como uma forma de objeção o nome do album foi “
The Velvet Underground & Nico”, excluindo-a, de certa forma, da banda. Logo após o lançamento do álbum “White Light/White Heat” Andy Warhol foi despedido e Nico foi retirada da banda.

O primeiro disco, 
The Velvet Underground and Nico (1967), notabilizou-se por uma banana na capa (feita por Andy Warhol), e também pelas composições completamente vanguardistas para os padrões da época, tratando de temas como um viciado se encontrando com seu traficante (“TocarI’m Waiting For The Man”), sadomasoquismo (“TocarVenus In Furs”), prostitutas (“There She Goes Again”), e até ocultismo (“TocarThe Black Angel’s Death Song”). As vendas do LP, no entanto, foram pífias, mas existe uma lenda na qual quem o comprou montou uma banda após ouvi-lo - por exemplo, artistas como Iggy PopDavid BowieJoy DivisionSonic YouthThe Jesus and Mary Chain e Nirvana foram influenciados pelo Velvet Underground.

Gravado em poucos dias, “
White Light/White Heat” foi lançado no início de 1968. Após esse álbum (que é mais barulhento e tão ousado quanto o seu antecessor, e conta com clássicos como a faixa-título, “TocarHere She Comes Now” e “TocarSister Ray”), John Cale, responsável pelos experimentalismos musicais, saiu da banda, que passou a ter Lou Reed, de maior apelo artístico e poético, como único líder.

No ano seguinte, veio o 3º álbum, chamado simplesmente de “
The Velvet Underground”. Ele expõe um som mais acústico e introspectivo do que os anteriores, e é recheado de ótimas composições como “TocarCandy Says”, “TocarWhat Goes On”, “Beginning To See The Light”.

O derradeiro trabalho com Lou Reed ainda na banda foi “
Loaded”, que conta com três das músicas mais famosas da banda: “Who Loves the Sun”, “Sweet Jane” e “TocarRock And Roll”. Após a saída do vocalista e guitarrista do Velvet em 71, a banda ainda continuou na ativa pelos dois anos seguintes e até lançou um LP (“Squeeze”), mas o mesmo sequer é considerado parte da discografia oficial da banda.

O ambiente natural de criação e trabalho do VU era a chamada “Factory”, prédio alugado por Warhol e decorado por Billy Name, para reunir seus companheiros exóticos.

Em 1993 o Velvet se reuniu para alguns shows, que culminaram num álbum duplo, “
Live MCMXCIII”, com as principais músicas da carreira da banda.

O VU sempre foi conhecido pelo som alternativo, desvinculado de interesses comerciais e que focalizava quase sempre temas relacionados ao submundo (narcóticos, prostituição, criminalidade, etc). Demoraram anos para serem reconhecidos pelo grande trabalho, o que só prova o quanto a sonoridade deles estava bem à frente de sua época.
















































Procurem tambem o album "Loaded",VU e The Velvet underground,e assim como eu não apenas ouça,mais ame o som desta banda.