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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Céu de Abril


Ei querida, o que você está tentando dizer
Enquanto eu estou aqui
Não vá embora
O mundo está desmoronando
De mãos dadas em uma vida violenta
Fazendo amor na ponta de uma faca
E o mundo desmoronando
E é difícil pra mim,
Dizer
E é difícil pra mim,
Ficar
Estou afundando
Para ser eu mesmo
Estou voltando
Pro bem da minha saúde
E há uma coisa
Que eu não poderia fazer
Me sacrificar por você
Sacrificar
Baby, eu não consigo ver
Realmente o que você significa pra mim
Eu traço meu alvo e digo palavras falsas
Eu sou só sua longa maldição
E se você for embora
Eu não vou agüentar
Mas é assim que você é
E essas são as coisas que você diz
Mas agora você foi longe demais
Com todas as coisas que disse
Volte para o lugar de onde você veio
Eu não consigo evitar
Sob o céu de Abril
Sob o sol de Abril
O sol esfria
O céu fica negro
E você se separou de mim
E agora você não vai voltar
Dando as mãos, a vida está morta
E um coração partido
E alguém que grita
Sob o céu de Abril

sexta-feira, 2 de julho de 2010

The Replacements


Eu Amo esta banda e principalmente seu primeiro LP "Sorry Ma, Forgot To Take Out The Trash" , que é simplesmente uma obra prima,da primeira a ultima faixa,é viciante e muito bom quando estou andando de skate,dá aquela gás,alem de que no meu Ipod ja esta até carimbado a quantidade de vezes que ouço esta banda por dia, inúmeras vezes. em baixo a Biografia da banda e 4 excelentes albuns para download


A formação do grupo se deu em Minneapolis (terra também de Hüsker Dü e Soul Asylum) em 1979 quando Paul Westerberg (guitarra, vocal), Tommy Stinson (baixo), Bob Stinson (guitarra) e Chris Mars (bateria) se reuniram pela primeira vez no porão da casa dos irmãos Stinson. Reza a lenda que o primeiro show foi um desastre, uma verdadeira baderna, farra e bebedeira. A banda ainda usava o nome The Impediments e após a apresentação, o promotor daquele show sentenciou “Vocês nunca mais vão tocar nessa cidade de novo!”. Foi a partir daí que a banda foi re-batizada The Replacements (já que os Impediments haviam “queimado o filme”). Para agendar novos shows os Mats contaram com o apoio de Peter Jesperson, dono de uma loja de discos. Em seguida a banda começava a ganhar fama pelos seus shows imprevisíveis. Em algumas noites a banda se apresentava de forma enérgica, tocando intensamente, para em outras subirem ao palco tão bêbados que mal conseguiam ficar em pé. Em muitos desses shows a banda se negava a tocar o seu próprio repertório, tocando apenas covers e nunca terminando nenhuma música que começava a tocar.

A parceria com Peter Jesperson foi mais adiante, a medida que ele era um dos donos da Twin/Tone Records, uma novíssima gravadora independente que ainda iria prestar enormes serviços para a cena musical de Minneapolis. A Twin/Tone assinou com os Replacements e o primeiro disco, “Sorry Ma, Forget to Take Out the Thrash”, foi lançado em 1981. O disco hoje virou clássico, mas na época, pouca gente fora de Minneapolis havia prestado atenção naquela banda que seguia a cartilha do hardcore misturada a boas melodias ao estilo Ramones e um muito bom humor.

No ano seguinte, a banda lançou o EP “Stink” que seguia as características do álbum anterior. Foi apenas em 1983, quando o segundo álbum “Hootenanny” foi lançado, que os Mats começaram efetivamente a fazer algum barulho em todo o país e efetivamente a conquistar uma sólida base de fãs e seguidores. “Hootenanny” incorporava à receita hardcore do grupo elementos de rock, do pop, folk e mesmo country. Ainda que a mudança no som dos Mats muitas vezes soasse apenas como irônicas referências a outros estilos, a novidade foi elogiadíssima por público e crítica. “Hootenanny” abriu caminho para “Let It Be”, de 1984, que definitivamente foi o disco que consagrou o grupo, aparecendo em várias listas dos melhores de 1984 das revistas especializadas. “Let it Be” mostrava o quanto Paul Westerberg tinha se tornado um compositor de primeira linha, capaz de grandes melodias pop como “I Will Dare”, excelentes rocks e baladas introspectivas como “Answering Machine”. Críticos e outros músicos eram unânimes em elogiar a banda, que conquistou um enorme público no underground americano. Nessa época, o Replacements passou a ser uma das mais cultuadas bandas do underground, muitos fãs passaram a redescobrir os álbuns anteriores, e até não foi surpresa quando o primeiro álbum, “Sorry Ma…” passou a ser um dos favoritos do público.

Em pouco tempo, as grandes gravadoras passaram a se interessar no potencial do grupo, que acabou assinando com a Sire Records em 1985.

O primeiro disco do Replacements por uma grande gravadora, “Tim”, foi lançado já em 1985. Os planos do grupo era de contar com a produção de Alex Chilton (ex-líder do Big Star), de quem Paul Westerberg sempre foi fã declarado. Chilton chegou a produzir algumas demos, mas no entando, quem acabou produzindo o álbum “Tim” foi o não menos lendário Tommy Erdelyi, o Tommy Ramone, baterista original e produtor dos Ramones.

Assim que foi lançado, “Tim” igualou a excelente repercussão de “Let It Be”. A mídia apostou em peso que a banda iria fatalmente conquistar o grande público e que o disco seria um grande hit. Mas a banda em particular não parecia colaborar com a idéia. O entuasiamo pelos Replacements gerou um convite para uma apresentação ao vivo no programa Saturday Night Live, e os integrantes do grupo compareceram ao estúdio visivelmente embriagados, apresentando uma performance absolutamente desleixada, enquanto Westerberg falou palavrões no ar. Foi o suficiente para fechar portas com parte da conservadora mídia mainstream americana que ainda ignorava o grupo. Nessa época, os shows ao vivo da banda continuavam mais e mais problemáticos, com diversos incidentes com bebidas onde não raro era impossível assistir ao show pois os Replacements não podiam tocar de tão bêbados. A atitude errática do grupo também impediu que a MTV garantisse alguma exposição à banda. Os excassos videoclips gravados pelos Mats eram o mais “anti-MTV” possível. Um dos mais notórios deles foi o da música “Bastards of Young”, que se resumia a imagem de um aparelho de som reproduzindo a música.

Após a turnê de “Tim”, Bob Stinson saiu da banda em função de seus problemas com drogas e álcool. As circunstâncias de sua saída foram no estilo “está demitido!/eu me demito!”. Westerberg reconheceu tempos depois que a atitude de Bob estaria “nos empurrando para o buraco.”

Os Replacements gravaram seu próximo disco como um trio na cidade de Memphis, contando com a produção de Jim Dickinson (produtor do Big Star). O resultado foi o álbum “Pleased to Meet Me”, lançado em 1987, de sonoridade mais limpa que os anteriores. Novamente a repercussão dos críticos e da imprensa foi entusiamente, ainda que o disco não tenha garantido muitos novos fãs para a banda. Naquele ano, durante a turnê, o guitarrista Slim Dulap tornou se o quarto integrante do grupo.

Dois anos depois a banda retornou com “Don’t Tell a Soul”, que foi a última cartada do grupo em nome do sucesso comercial. Até hoje não se sabe ao certo se foi a gravadora Sire que estaria pressionando por um hit ou se o próprio grupo queria entrar para ganhar no jogo do mainstream. O disco, embora sem restrições quanto a qualidade das composições de Westerberg, trazia uma sonoridade muito mais polida, sob medida para as rádios, desagradando os fãs mais radicais. E desta vez a banda filmou clips mais amigáveis para a MTV, a começar pelo single de “I’ll Be You”. Inicialmente a tática funcionou, “I’ll Be You” foi o primeiro e único “hit” dos Replacements, chegando ao primeiro lugar da parada de rock da Billboard, e ao 51º lugar na parada de singles. No entanto, o sucesso do single não se refletiu nas vendas de “Don’t Tell a Soul”, que se mantiveram nos mesmos patamares anteriores.

Após o final da turnê de “Don’t Tell a Soul, Paul Westerberg passou a trabalhar em um disco solo, mas a gravadora acabou vetando a idéia, convencendo Paul a gravar um disco dos Replacements. A conseqüência disso foi que o próximo lançamento do Replacements, “All Shook Down”, lançado em 1990, pôde ser considerado um disco solo de Westerberg em todos os sentidos, exceto pelo no nome da banda na capa. Tommy Stinson, Chris Mars e Slim Dulap fizeram pouco mais do que participações especiais no disco, que tinha uma sonoridade predominantemente acústica e contava com o apoio de músicos de estúdio em diversas músicas. Os boatos de desentendimentos entres os integrantes da banda foram se confirmando quando logo após o lançamento do álbum, Chris Mars saiu da banda, alegando que Westerberg tinha assumido o controle do grupo. Foi ficando muito claro entre os fãs que acompanhavam o grupo de que os Mats estavam perto do fim. Os Replacements completaram a turnê com o baterista Steve Foley,que tocava na banda de Minneapolis Things Fall Down. Após o final da turnê, cada um vai para o seu lado e a banda anuncia o seu final em 1991.

Uma coletânea, o álbum duplo “All for Nothing/Nothing for All” foi lançado seis anos depois pela Sire/Reprise. O primeiro disco trazia todas os singles e no segundo raridades e faixas inéditas. As esperanças dos fãs de uma reunião da formação original foram cairam por terra com a morte de Bob Stinson em 1995, por overdose.







    Sorry Ma, Forgot To Take Out The Trash
                                          





















The Spaceshits

O Spaceshits foi uma banda baseada em Montreal, que incluiu membros do Mark Sultan & Blacksnake que formaram King Khan & BBQ Show depois do fim da banda. Eu não tive a sorte de presenciar um show Spaceshits, mas aparentemente eles eram tão violentos que eles têm na lista negra da maioria dos locais em Montreal, soltando fogos de artifício e fazendo guerras de comida durante os primeiros 10 a 15 minutos, eles normalmente gastavam fazendo estas doideiras.
O som é algo maravilhosamente rápido,sujo,com letras totalmente cômicas e depravadas,porra foi paixão a primeira ouvida concerteza.
espero que gostem tanto como eu,pois estou viciado em garage e daqui em diante trarei muitas bandas do fundo do baú para o blog,portanto volta e meia entrem no blog   para encontrar cada vez mais novidades,pois bem chega de blablabla e comece logo a baixar os 2 albuns,garanto que valem cada minuto do seu preciso tempo mocinha.